terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O senso comum talvez considere até os dias atuais que o termo cultura faça referencia ao desenvolvimento intelectual do individuo, significando o nível de conhecimento e de civilidade de uma pessoa, conforme exposto na “Introdução ao conceito de cultura”. Isto porque tem-se como senso comum as experiências não cientificas, comprovadas apenas pelo método de tentativas e erros, vulgo, pelo “achismo” que consolidam regras e costumes nas sociedades.
Diferindo do conceito antropológico de cultura pelo fato de ser, neste caso, atribuído a ela o “conjunto de conhecimentos, crenças, artes, normas e costumes, e muitos outros hábitos e capacidades adquiridos pelos homens em suas relações como membros da sociedade” (Tylor, 1874), tudo isso formulado em estudos sistemáticos.
Penso que o senso comum seria algo como que o aspecto prático do estipulado conceito antropológico de cultura, já que, tal como esta, oferece à sociedade valores e dá sentido a existencia. Porque os indivíduos se valem cotidianamente do senso comum para suas atividades mais simples. Senso comum difundido e materializado por meio da implacável reguladora social, a mídia. Responsável pelas ideologias e identidades cada vez mais efêmeras e superficiais, que exigem um estudo também dinâmico para se formalizar sistematicamente e definir os aspectos da diversidade cultural na atualidade.

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